Viajando sem sair do lugar: sendo mãe, existindo e comunicando
sábado, 13 de novembro de 2010
Radicalidade
E se de repente pudesse olhar para o outro e se perguntar: do que ele precisa para ficar bem? Ficar bem verdadeiramente, além das ilusões de desejo e apego. E olhar para dentro de si e fazer essa mesma pergunta?
No fundo no fundo, o que todo mundo precisa é ser olhado com olhar amoroso. Isso, você sabe, é algo que também a gente recebe ou não na primeira infância e passa a ser decisivo para o resto da vida. A julgar pelo amor que tu e o Felipe têm dado Pedrinho, ele vai ser um homem seguro e cheio de confiança.
(se bem que eu, nesse momento assistindo a final do campeonato de volei feminino, no fundo no fundo preciso é que alguém me passe o telefone daquela jogadora da seleção, a Sheilla. Que gata! Ah, cortei o cabelo ;-) )
Oi Sabrina, bem-vinda ao mundo bloguístico!
ResponderExcluirNo fundo no fundo, o que todo mundo precisa é ser olhado com olhar amoroso. Isso, você sabe, é algo que também a gente recebe ou não na primeira infância e passa a ser decisivo para o resto da vida. A julgar pelo amor que tu e o Felipe têm dado Pedrinho, ele vai ser um homem seguro e cheio de confiança.
(se bem que eu, nesse momento assistindo a final do campeonato de volei feminino, no fundo no fundo preciso é que alguém me passe o telefone daquela jogadora da seleção, a Sheilla. Que gata! Ah, cortei o cabelo ;-) )
Oi, Victor, que bom ver vc por aqui!
ResponderExcluirHe he... infelizmente não tenho o telefone da Sheilla, se bem que não sei se seria realmente bom pra ti alguém da seleção brasileira de volei.
(radicalidade é essa do cabelo, vou ter que ver)